29/12/17 12:11

Concessionária reciclou mais de 200 toneladas de resíduos das rodovias ao longo de 2017

Concessionária retirou 140 toneladas de resíduos de pneus em 2017

Pneus e sucatas estão entre os principais resíduos recolhidos pelas equipes de conserva

 

Todos sabem da importância de separar o lixo orgânico do reciclável para a preservação do Meio Ambiente. Em casa, fazemos isso. E em uma concessionária de rodovias não é diferente. Por isso, nada melhor do que olhar para trás neste fim de ano e observar o que foi feito de bom em 2017. Na Arteris Litoral Sul foram recicladas 140 toneladas de pneus, 93 toneladas de sucatas e mais de 3 mil peças de uniformes. 

 

Para chegar a esses números, as equipes de conserva da concessionária realizam a coleta diária de resíduos às margens dos 356 quilômetros das rodovias BR-116/Contorno Leste, BR-376/PR e BR-101/SC, entre Curitiba-PR e Florianópolis-SC. Todo o material coletado é encaminhado para pontos de armazenagem provisória, e na sequência destinado para empresas de reciclagem.

 

A reciclagem de uniformes também é mais um exemplo de “fazer a lição de casa”. A concessionária mantém um processo interno que reaproveita os uniformes descartados e transforma esses materiais em brindes, como ursinhos, travesseiros e mochilas infantis. Todos os brindes são doados para instituições sociais, colaboradores e usuários das rodovias.

 

“O que percebemos é que conseguimos implantar a cultura da reciclagem em nossas equipes. Eles estão treinados para identificar e separar o resíduo, e isso faz toda a diferença na para chegarmos a esses resultados. Em 2015, por exemplo, reciclamos 77 toneladas de pneus. Em 2017, esse número praticamente dobrou”, avalia Silmara Ramos, analista de meio ambiente da ALS.

 

Os benefícios dessa prática cotidiana são incalculáveis para a natureza. A reciclagem contribui para evitar a sobrecarga nos aterros sanitários, e também evita que resíduos se acumulem no Meio Ambiente. No caso dos pneus, por exemplo, não existe um tempo definido para que ele se decomponha, mas especialistas afirmam que isso pode levar até mais de 600 anos para acontecer.